Lux Anima: Tesouros da Biblioteca de Évora na BN #Lisboa #exposição #workshop

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A exposição Lux Anima. Um olhar sobre o acervo da Biblioteca de Évora está patente na Biblioteca Nacional até dia 8 de Outubro e mostra manuscritos e incunábulos iluminados que integram o acervo da Biblioteca Pública de Évora.

No dia 22 de Setembro, será também realizado um workshop onde os participantes terão a “oportunidade de reproduzir um detalhe de uma das capitulares iluminadas presentes num dos manuscritos que integram a exposição Lux Anima, reproduzindo, com matérias semelhantes, as formulações e técnicas de produção de tintas utilizadas pelo iluminador.”

(via CIDEHUS)

#Portugal é o melhor exemplo europeu na liberdade de #panorama #fotografia

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O que diriam se não pudessem fotografar, nem filmar numa cidade, nem pudessem partilhar essas fotografias ou vídeos?

Ao contrário de Portugal, em alguns países da União Europeia, como a Grécia e a Itália não é permitido partilhar fotografias, nem vídeos de edifícios, esculturas, grafitti ou outras obras, criadas para estarem no espaço público, que tenham direitos de autor.  É quase impossível fotografar ou filmar numa cidade sem apanhar tais obras. Noutros países, como em França, a lei não é clara, pelo que fotografar a Torre Eiffel à noite, por exemplo, pode dar multa.

A Communia, associação internacional que promove o domínio público e o acesso e reutilização da cultura e conhecimento, concluiu que Portugal é um exemplo a seguir no que respeita à liberdade de panorama, ou seja o “direito de fotografar e filmar obras protegidas por direito de autor, que sejam feitas para serem mantidas permanentemente em locais públicos (como a arquitectura ou a escultura), e partilhar tais fotos e vídeos“.

A questão é particularmente pertinente porque a Comissão Europeia tem neste momento a decorrer uma consulta pública sobre este tema, a que todos nós devemos responder. Para ajudar a responder, a campanha Fix Copyright criou este site.

Teresa Nobre, advogada e coordenadora jurídica da Creative Commons Portugal, que realizou este estudo para a Communia, explica que

A liberdade de panorama está assente na liberdade de expressão e em razões de interesse público. Sem ela, os cidadãos não podem documentar o espaço público ou partilhar as suas memórias nas redes sociais e em blogues.

Para os artistas, nomeadamente fotógrafos e realizadores, esta liberdade também é essencial, uma vez que muitas das suas produções irão inevitavelmente exibir essas obras alheias que se encontram nos locais públicos. É praticamente impossível filmar numa rua de Lisboa ou do Porto sem capturar um edifício ou uma estátua!

Finalmente, os jornalistas, agentes turísticos e ainda entidades oficiais responsáveis por promover o turismo de uma determinada cidade ou região encontrariam grandes obstáculos se não pudessem fazer reportagens fotográficas, vídeos e outro tipo de divulgações de teor cultural (e não meramente noticioso) contendo imagens de obras de arte que se encontram no espaço público.

Felizmente, em Portugal podemos fotografar em todos estes casos. Mas não noutros países europeus, pelo que é importante responder à consulta da Comissão Europeia. Atenção que o prazo limite para responder é já no dia 15 de Junho.

Mais info nas imagens seguintes (em Inglês):

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Sábado: Date with Data #Livros #PublicDomain #OpenData #DigitalHumanities

Historypin   Mapping emotions in Victorian LondonO próximo encontro Date with Data está marcado para Sábado, das 10h às 17h, no UPTEC PINC (mapa) no Porto.

O tema é o texto:

“Que usos poéticos poderíamos pensar para o texto das leis, os debates no Parlamento ou as notícias de jornal? Como poderemos visualizar de uma forma iluminadora as obras literárias que temos à disposição no domínio público? E o que se anda a fazer em Portugal nas frentes da literatura e publicação digital, e onde poderíamos contribuir para projetos que já aí andam?”

Muitas instituições e entidades de património cultural têm aberto as suas colecções de livros digitalizados. Estes, livres das restrições dos direitos de autor, estão apenas à espera que alguém lhes dê uma nova oportunidade, um novo fôlego. Por outro lado, a tecnologia trouxe-nos mais do que o acesso à informação, ela permite remisturar e recriar novas obras.

Tal remistura permite-nos experienciar as cidades de forma diferente (LITESCAPE.PT), permite-nos recriar geografias imaginárias (The Dictionary of Imaginary Places), permite-nos mapear emoções de uma cidade (Mapping emotions in Victorian London), permite a participação de qualquer pessoa na transcrição colaborativa de manuscritos (Transcribe Bentham) ou na conversão, revisão e disponibilização de livros em Português em domínio público (Projecto Adamastor), entre tantos outros exemplos.

No campo do texto político, será que poderíamos visualizar as emoções que passam nas sessões do nosso Parlamento (olhando também para os à partes), através das transcrições disponibilizadas no Demo.cratica, e a partir daí perceber as matérias mais importantes para cada bancada parlamentar?

E se compararmos os projectos e propostas de lei sobre a mesma matéria, mas de bancadas diferentes, conseguiríamos percepcionar se as diferenças são de fundo ou meramente partidárias?

(Demasiadas) Ideias para juntar às já citadas no anúncio do evento.

Levem o portátil e encontramo-nos lá.

#WednesdayBlog The Public Domain Review #PublicDomain #BlogsIFollow

[Every Wednesday I’ll recommend one of the blogs I follow. Yes, I still follow the best of the best using a feed reader. You’ll be able to check the list @ this blog’s header.]

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The Public Domain Review is one of my favourite blogs. They create and curate collections of books, films, audio and others that are in public domain, providing the context of the work. They also have essays related with chosen public domain works. Last year, they published a (wonderful) book with some of those essays. The Public Domain Review is a project from the Open Knowledge Foundation. If you can, give them your support.

The Original Science Fiction Stories Volume 7, Number 6 #PublicDomain ♥ #ArchiveOrg #Pulp #FreeCulture

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