Lux Anima: Tesouros da Biblioteca de Évora na BN #Lisboa #exposição #workshop

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A exposição Lux Anima. Um olhar sobre o acervo da Biblioteca de Évora está patente na Biblioteca Nacional até dia 8 de Outubro e mostra manuscritos e incunábulos iluminados que integram o acervo da Biblioteca Pública de Évora.

No dia 22 de Setembro, será também realizado um workshop onde os participantes terão a “oportunidade de reproduzir um detalhe de uma das capitulares iluminadas presentes num dos manuscritos que integram a exposição Lux Anima, reproduzindo, com matérias semelhantes, as formulações e técnicas de produção de tintas utilizadas pelo iluminador.”

(via CIDEHUS)

Dia Internacional contra o DRM #DayAgainstDRM #PL118

Se comprarem um DVD e fizerem uma cópia para vosso uso pessoal estarão a cometer um crime, punível com até um ano de prisão.
Se comprarem um ebook na Wook da Porto Editora, no site da Bertrand, ou no site da LeYa, são obrigados a ler esse livro nas aplicações definidas por aquelas distribuidoras. Mas se quiserem ler o livro na vossa aplicação favorita (porque tem mais funcionalidades, por exemplo) estarão a cometer um crime, punível com até um ano de prisão.
Se quiserem sublinhar, anotar ou imprimir o ebook, estarão a cometer um crime, punível com até um ano de prisão.
Se quiserem colocar cinco minutos de um DVD num fórum de uma plataforma de ensino à distância, para introduzir uma matéria aos vossos alunos, com questões para estimular a discussão estarão a cometer um crime, punível com até um ano de prisão.
Se quiserem distribuir um capítulo ou excerto de um livro digital aos vossos alunos, estarão a cometer um crime, punível com até um ano de prisão.
Não interessa se compraram a obra. É crime na mesma.
Artigo 218.º
Tutela penal
1 — Quem, não estando autorizado, neutralizar qualquer medida eficaz de carácter tecnológico, sabendo isso ou tendo motivos razoáveis para o saber, é punido com pena
de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 100 dias.
2 — A tentativa é punível com multa até 25 dias.
Na verdade, todas as utilizações livres, que o Código de Direito de Autor e Direitos Conexos Português, descreve como lícitas no seu artigo 75º (cópia privada*, utilização educativa, utilização para fins de investigação científica, etc.) passam a ser crime, quando a obra tem DRM.
Por outro lado, o DRM mata o domínio público e o acesso aberto das publicações científicas, ao colocar restrições a obras que não era suposto terem qualquer restrição.
O Bloco de Esquerda apresentou um projecto de lei, no Parlamento, que pretende resolver os problemas que descrevi anteriormente. Isto é, que as pessoas possam fazer, independentemente da obra ter ou não DRM, as utilizações livres, que a lei permite.
O projecto de lei pode ser consultado no site do Parlamento, e está neste momento na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, para ser discutido e votado. Escrevam à Comissão [12cccjd@ar.parlamento.pt] a apoiar este projeto de lei e boicotem empresas que usem DRM.
Neste blog, tenho falado várias vezes sobre DRM, para quem quiser saber mais (auto-link).
A Defective by Design tem feito um trabalho extraordinário na divulgação dos problemas que o DRM coloca.
Cory Doctorow tem falado extensivamente sobre os problemas do DRM, não apenas do ponto de vista do consumidor, mas também do ponto de vista dos autores, das bibliotecas e outras instituições de património, como, por exemplo, neste evento da Biblioteca do Congresso:
* – A maioria das obras tem DRM. Cópias para uso privado dessas obras são crime. E sim, somos obrigados a pagar taxa da cópia privada, na mesma.

#WednesdayBlog Inks, Bits, & Pixels by @thDigitalReader #BlogsIFollow

[Every Wednesday I’ll recommend one of the blogs I follow. Yes, I still follow the best of the best using a feed reader. You’ll be able to check the list @ this blog’s header.]

http://the-digital-reader.com

If you are interested in ebooks and digital reading, this is a blog to follow. There you can find news from traditional publishing sector, but also from new business models regarding books & reading. I must confess my favourite section is the daily “Morning Coffee”, where Nate Hoffelder curates half a dozen posts. Mostly because now and then Hoffelder follows some of those links with a post adding his own reflections.

No Smart Christie for the Smart Traveler #mobileapps #idea #reading #booklovers

Last year, we went to London for a couple of days. It was not my first time in London, but it was the first one that was not related to work.

If you follow this blog, you already know that I like detective novels and even collect some of them. I prefer those from Golden Age of Detective Fiction that follow the Knox’s rules (with one or to exceptions), so Agatha Christie is one of the favourites.

London is full of Christie’s references. First, The Mousetrap, the world’s longest running play (more than 60 years running). We’ve seen it before, in Lisbon, but you always want to see the “real thing”:

At the time, London had an initiative called Books about Town and we were able to see (and sit in) the bench inspired by the Greenshore Folly.

You have the Agatha Christie Memorial too.

In a not so directed related place, there’s the Seven Dials,

And if you think David Suchet is the only possible Poirot, then you’ll want to pass by Whitehaven Mansions, err… sorry, Florian Court 🙂

And then, you have Paddington Station, the University College Hospital, where Christie worked during both world wars and the source for her knowledge of medicines and poisons, the house in Campden Street where Christie wrote Murder on the Orient Express, the British Museum, Charing Cross, the Savoy Hotel, Soho, Scotland Yard, the Army and Navy Stores, now House of Fraser, Hyde Park and so many other places familiar to Christie’s readers.

Google eBooks App showing a map when clicking in a city’s name.

In today’s mobile world and being Agatha Christie one of the best selling authors, you’d expect a mobile app to tell you all about the places related to Christie’s works, but the fact is you only find games and books.

I suppose the fact Christie’s works are still copyrighted makes it too difficult or too expensive for others to come up with innovative ideas to reuse her works.

I’m not sure how good it is the technology that finds a place from a written text, but Google uses it in their ebooks app. I suppose that, with tools to dig in big data and using the works of scholars like Franco Moretti, one could expect a mobile app that would use notifications to give you an excerpt of a given book if you passed by a place mentioned in the book, as an example.

This could be done with public domain books and, I imagine, that for publishers with a 21st century mindset it could be a good way to sell more books also.

 

 

Adobe: All your data are belong to us #DRM

LT - Technology - Digital Annotation

Nate Hoffelder told us yesterday that Adobe is collecting data about the ebooks you read through the Digital Editions 4, which was confirmed by several other persons, including Ars Technica. Nate says:

Adobe is gathering data on the ebooks that have been opened, which pages were read, and in what order. All of this data, including the title, publisher, and other metadata for the book is being sent to Adobe’s server in clear text.

I am not joking; Adobe is not only logging what users are doing, they’re also sending those logs to their servers in such a way that anyone running one of the servers in between can listen in and know everything.

What is really disturbing is that Adobe seems not only to be gathering data on their DRMed ebooks, but also in other ebooks you might have in your hard drive.

Also disturbing is the response from Adobe to Ars Technica, that seems to address the security of the transmission, but it is not clear if they intend to stop getting data from ebooks that don’t have Adobe’s DRM.

Go to Nate’s blog to know more about this.

** Image by Matt Cornock CC-BY