Aniversário com banda sonora de Jacques Brel

Hoje faço anos. Muitos🙂

Para já é um dia de trabalho, mas não igual aos outros. O dia começou com música de Jacques Brel. O Marcos surpreendeu-me com o último disco vinyl de Brel, gravado em 1977, já com Brel muito debilitado.

Não tinha nada de Brel, mas costumava requisitar os CD na Fonoteca. Há pouco tempo, eu e o Marcos vimos alguns discos vinyl à venda na Fnac, parece-me. E eu disse-lhe que devia ser fabuloso ouvir Brel em vinyl. A primeira coisa que fiz foi verificar a editora: Universal.

Tirei logo o sentido dos discos. Não dou dinheiro a editoras que retiram os meus direitos. Ficaram lá. Comigo ficou a certeza de não poder ter um disco do Brel, mas ao mesmo tempo aquela sensação de fazer “the right thing”.

Assim, a surpresa foi ainda maior. O Marcos, depois de uma estafada procura, encontrou este vinyl, que saíu em 1983 pela editora Amiga, da antiga República Democrática Alemã.

Já tinha recebido um vinyl do Gershwin (que encontrou numa feira das velharias nos Jerónimos) e um rádio-gravador, com leitor de CD e Cassete, que começam a desaparecer. (sim, eu e o Marcos ainda compramos cassetes):

No último sábado, não resisti a levantar-me cedo para ir ao Avelar Machado buscar estes volumes, que já sabia que estavam lá pelo website daquele alfarrabista:

Pronto, agora o que precisava mesmo era de férias para aproveitar convenientemente todas estas coisas🙂

4 thoughts on “Aniversário com banda sonora de Jacques Brel

  1. Cara Paula Simões
    Após as longas conversas que tivemos na Casa da Achada, a leitura deste “post” serviu para reforçar a óptima impressão que já tinha a seu respeito (tenho igualmente consideração pelo Marcos Torres, seu marido, mas é o seu blogue que estou a visitar).
    Claro que se percebe claramente a sua invulgar cultura, às vezes até surpreendente – de uma pessoa da sua geração não se está propriamente à espera que eleja Jacques Brel para tema de um “post” – e com grande facilidade de expressão literária.
    Foi um prazer tê-la conhecido – aliás, graças à conversa que estabeleci inicialmente com o seu marido a propósito dos fanzines, a que ele chamava “as fanzines”… -, e tive grande prazer em visitar os seus dois blogues.
    Abaços para a Paula e para o Marcos.
    Geraldes Lino

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