Sábado e a festa da IF

No Sábado da Festa da Íntima Fracção, mesmo com a chuva, eu e o Marcos decidimos fazer uma série de coisas, mas como acabámos por sair mais tarde de casa, acabámos por não as fazer todas.

Não fomos à Feira do Livro. Já tínhamos ido lá uma vez e na verdade ficámos um bocadinho desiludidos:

– pareceu-nos que este ano, haveria menos livrarias-alfarrabistas presentes (não encontrei nem uma Vampiro Magazine😦 )

– o espaço da Leya continuava um mau espaço: com os seus seguranças e alarmes “à porta” intimidantes. Na verdade, passámos por lá só para verificar se não haveria mais barraquinhas acima.

Chegados ao Chiado, decidimos lanchar no Ben & Jerry’s e aproveitar para trocar uns livros: deixámos lá “Alice no País das Maravilhas” (edição de bolso ilustrada), “Os Cinco e a Ciganita” e um livro de ficção científica, da colecção Argonauta, todos repetidos. Trouxémos três livros que não conhecíamos, mas que nos pareceram interessantes.

Os alfarrabistas não estavam no Chiado, e em vez deles, estavam montadas várias tendas com roupa, sapatos e acessórios, (ler em tom irónico) que anunciavam preços baixos, “agora este casaquito já não custa 200 euros, só custa 115 euros”.

Passámos adiante, porque queríamos encontrar uma loja, que nos disseram existir por ali, que vende produtos antigos, mas não a encontrámos.

Como a Chili com Carne já se encontrava fechada, acabámos por passar na Fnac, onde fiquei logo mal-disposta: um cd (quatro na verdade) do Hot Five, Hot Seven do Satchmo, a seis euros e picos, que ficou lá por ser da Sony (argh); dois ou três CD de jazz que também ficaram lá por serem da Verve, ver CD de Quim Barreiros e de Música Clássica na secção de Jazz e finalmente ter visto uma caixa de Big Bands que comprei aqui há tempos na Fnac por 9,90 euros, marcada a 50 euros: sim viram bem, 50 euros.

Depois, decidimos ir até ao Cais do Sodré e jantar por lá, após o que nos dirigimos para a LerDevagar na LXFactory.

O espaço é delicioso, tanto que acabei por trazer um livro do Wong Kar Wai que já andava a namorar há muito, muito tempo.

À hora, subimos as escadas para a sala onde decorreu a festa da IF. Devo dizer que me emociono sempre que ouço o Franscico Amaral ou outras pessoas daquela rádio falarem daquela rádio. Foi uma excelente noite, rematada por um curto concerto, do qual podem ver aqui uns bocadinhos.

A Íntima Fracção fez 25 anos e por cada ano que passa que a IF continua a existir é como uma esperança. Obrigada IF.

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