Cartão do cidadão não torna a vida mais fácil – II

Tenho andado adoentada, de tal forma que acabei por me decidir ir ao Centro de Saúde correspondente à minha (não tão) nova morada, para  marcar/ter uma consulta.

Já tinha mudado a morada no meu cartão do centro de saúde (AKA Cartão do Cidadão) há bastante tempo pelo que pensei, pensei mesmo, que por esta altura, já o meu novo Centro de Saúde teria o meu processo.

Que não, que me teria de inscrever para eles depois pedirem o meu processo ao Centro de Saúde da morada antiga, tal como acontecia antes. Disse que tinha mudado a morada no cartão, perguntei se não tinham passado essa informação ao Centro de Saúde.

Que não, que não lhes davam essa informação.

Desculpem, quais eram mesmo as vantagens do Cartão do Cidadão?

31 thoughts on “Cartão do cidadão não torna a vida mais fácil – II

  1. Filipe Santos says:

    Lá está ela com o mau feitiozinho!!!!!

    Irra mais tanto reclamar.

    Tb és assim exigente contigo?
    não, pois não? bem me parecia!

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  2. Claro que sou!
    O sr acha normal que lhe digam que as coisas vão ser mais fáceis com o cartão do cidadão e depois ter o sr de fazer tudo exactamente como quando ainda tinha os documentos antigos?
    O sr acha normal que para mudar a morada no cartão do cidadão, que é uma informação digital, ter de tirar um novo cartão físico?
    O sr acha normal mudar a sua morada no seu cartão de contribuinte (aka cartão do cidadão) e depois ter de ir às finanças mudar a morada, na mesma?
    O sr acha normal mudar a morada no seu cartão de saúde (aka cartão do cidadão) e depois ter d eir ao centro de saúde mudar a morada, na mesma?

    Sabe de onde vem o meu mau-feitio? De ter perdido dois dias e uma tarde para mudar uma informação digital (morada) no meu documento de identificação.
    De ter perdido uma manhã para ir mudar a morada nas finanças. De ter perdido uma manhã para ir mudar a morada no centro de saúde.
    É daí que vem o meu mau-feitio.De me terem obrigado a usar um cartão, de me garantirem que seria muito mais fácil, que evitaria toda esta perda de tempo e depois eu verificar que assim não acontece.

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  3. Paula, concordo com a maioria das tuas reclamações, inclusivé o problema das finanças também me aconteceu, e é “normal” (?!).
    Em relação ao centro de saúde, lembro-me de ler algures no site que não o alteram, dado que isso implicaria também a mudança de médico de família, etc, e como tal faz sentido que seja a pessoa a decidir se quer passar para um centro de saúde mais próximo, ou manter o médico.

    De qualquer maneira acho que temos que ser mais compreensivos com uma “máquina” muito recente e suportada por processos, pessoas e tecnologias (quando as há) do tempo da idade da pedra, e que se demora a adaptar.

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  4. Relativamente ao Centro de Saúde, não me parece fazer muito sentido: eu morava em Coimbra, agora moro em Lisboa.
    De qualquer forma, não me parece que te possas inscrever em qualquer centro de saúde, suponho que o Centro de Saúde te é “atribuído” consoante a tua morada.
    Como digo, não tenho a certeza, mas não me parece que seja possível fazeres a tua inscrição num centro de saúde que não corresponda à tua morada.

    Não concordo com o “ser mais compreensivo”, se é que compreendi bem o sentido que lhe deste.
    Quando fui mudar a morada, a funcionária chamou a responsável do serviço e esta garantiu-me que em menos de 6 meses não seria possível mudar a morada de forma digital, tendo de pedir novo cartão físico.
    Nessa altura, eu fiz uma reclamação por escrito no livro de reclamações. Recebi respostas das várias entidades à minha reclamação (futuro post sobre isto), em pouco menos de um mês, em que me disseram que já era possível mudar a morada de forma digital, sem ser necessário pedir novo cartão.

    Se não reclamares daquilo que está mal, os responsáveis vão pensar que não é necessário alterar, modificar, etc, vão pensar que está tudo bem.
    E as pessoas que precisarem do mesmo depois de ti encontrarão as mesmas dificuldades.
    Reclamar é bom. Pode já não servir para ti, mas pode servir para os próximos.

    Relativamente ao facto de ser uma máquina recente, sublinho que todas as dificuldades que encontrei até agora são procedimentos conhecidos que teríamos de realizar com os documentos antigos. Nada do que eu descrevo diz respeito a situações novas.
    Aliás, a facilidade destes processos foi utilizada como publicidade, pelo que não é compreensível, nem aceitável que eles não funcionem.

    Por último, se o serviço não estava minimamente pronto, não deveria ter sido imposto aos cidadãos.

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  5. Filipe Santos says:

    “Por último, se o serviço não estava minimamente pronto, não deveria ter sido imposto aos cidadãos.”

    Imposto? mas alguém te obrigou?

    Continuavas com os velhos cartões, já que são assim tão bons.😉 loooooool

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  6. Filipe: isso não é possível. O meu BI caducou e eu precisava dele para me manter dentro da legalidade (poder casar-me, poder identificar-me em vários outros serviços, etc)
    Perguntei se podia renovar o BI em vez de tirar o cartão do cidadão e disseram-me que não, que o cartão do cidadão era obrigatório, nestes casos.
    Por isso, sim, o serviço foi-me imposto.

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  7. Além de ser imposto (como já foi explicado, em caso de renovação é obrigatório) de facto os serviços não estão minimamente preparados para lidar com isto. Nem as finanças, nem os hospitais, nem a segurança social, nem ninguém.

    Tudo bem que mudar o BI a milhões de pessoas nunca pode ser uma tarefa fácil, mas meterem isto cá para fora sem os serviços estarem preparados é de uma imbecilidade mesmo à portuguesa.

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  8. Hmmm… será que isso mudou recentemente? Precisei de renovar o BI em Outubro de 2008 e _escolhi_ tirar o Cartão de Cidadão, apesar de as senhoras do Registo Civil insistirem bastante que o BI dava-lhes menos trabalho e custava-me menos.

    Desde quando é que passou a ser obrigatório? Será assim em todo o país, por directiva central, ou caberá a decisão a cada Registo? (isto seria estranho…)

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  9. Fui confirmar e o meu primeiro cartão do cidadão (sim, eu tenho dois) foi tirado em Novembro de 2008, em Coimbra.
    E eu fui obrigada a tirar o cartão do cidadão: perguntei se poderia renovar o BI apenas, e disseram-me que não.
    Por causa disto fiquei com a ideia de que seria obrigatório – quer dizer pelo menos a mim foi imposto.
    Bolas! Não ter apanhado eu essas senhoras do registo Civil!🙂

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  10. É obrigatório, o meu já o tirei há um ano e já era obrigatório, tanto para novos (crianças ou emigrantes) como para renovações (onde estivessem preparados para o fazer, obviamente). A minha namorada já o renovou bem mais tarde que eu e tirou BI normal, porque onde fez a renovação ainda não havia cartão do cidadão.

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  11. Ricardo Cardoso says:

    Acreditar que um cartão vai tornar tudo mais fácil é quase como acreditar no Pai Natal… Trata-se de um pequeno passo para reduzir a burocracia e, como todas as coisas sustentáveis, requer evolução e aprefeiçoamentos constantes. Para mim, o facto de ser um cartão único e num formato mais reduzido é já o suficiente para mudar.

    Quanto à substituição automática das moradas nesses dois casos, centro de saúde e Finanças, estou em desacordo contigo. Acho que tal mudança não pode ser automática pois simplesmente em muitos casos não interessa ao titular. Concretizando:
    -No Centro de Saúde: O nosso processo faz parte de um processo familiar (sempre, mesmo que sejamos os únicos nesse processo) que por sua vez faz parte do ficheiro de um médico de família. Pode interessar a muitos utentes que mudem de morada no cartão do cidadão manterem a sua inscrição no centro de saúde original pois criaram uma boa relação com o seu médico de família, que para além de o conhecerem a si conhecem também toda a família. A mudança de um processo de um centro para outro requer o envio de muitos dados quer em papel quer informáticos de uma instituição para outra e, por serem dados clínicos confidenciais, requer a autorização do utente. Para além disso, acho que é aconselhável que um utente que mude de centro de saúde (ou apenas de médico) ter uma consulta o mais próximo possível dessa mudança para estabelecer uma relação entro o médico e o utente. O centro de saúde não é apenas um local onde se vai quando se está doente ou se quer uma baixa, é um dos poucos locais onde se faz Medicina Preventiva.
    -também pode interessar ter uma morada fiscal diferente da morada do cartão de cidadão, nomeadamente por benefícios fiscais (exemplo gritante: isenção de IMI). Para além disso, actualmente não é preciso perder uma manhã a mudar a morada fiscal: basta ir ao site das finanças e mudar… 5 minutos! Depois é só esperar pela carta com o código de confirmação…

    Quanto ao facto de nada estar preparado para o cartão: as coisas são graduais, mas acontecem! Há centros de saúde em que podes, introduzindo o cartão de cidadão num quiosque, marcar consultas, pedir renovações de receituário, etc, reduzindo efectivamente os tempos de espera e tempo útil perdido.

    Perfiro que as coisas sejam introduzidas de uma forma ainda imperfeitas do que quando já estão acabadas… nesse altura já seriam obsoletas… se algum dia chegar esse dia! O perfeito é muitas vezes inimigo do bom.

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  12. Ricardo:
    1. eu não acredito que um cartão vai tornar _tudo_ mais fácil. Acreditei sim quando o serviço do cartão do cidadão me disse que estas situações íam tornar-se mais fáceis e verifico que na prática que isso não acontece.

    2. Não estou em condições de confirmar isto, mas não me parece que uma pessoa que mora em Lisboa possa escolher um centro de saúde em Coimbra.

    3. Hei-de confirmar esta também, porque a mim parece-me suspeito que possa ter uma morada no meu cartão de identificação e outra no meu cartão de contribuinte e considerando que o cartão do cidadão é BI e Cartão de Contribuinte, será possível introduzir três ou quatro moradas e dizer a cada serviço: “olhe use a primeira” ou “use a segunda”?!
    Isto parece-me francamente suspeito.

    “Para além disso, acho que é aconselhável que um utente que mude de centro de saúde (ou apenas de médico) ter uma consulta o mais próximo possível dessa mudança para estabelecer uma relação entro o médico e o utente.”

    Eu concordo.
    Quando me dirigi ao centro de saúde (sim, é verdade, sou culpada, eu vou ao centro de saúde quando estou doente, por querer uma baixa já não vou, é que as baixas não devem “querer-se”, sabe?) disse que o meu marido já se tinha inscrito. A sra disse-me que então ía meter o número dele no meu processo para quando e se algum dia tivéssemos médico de família, ficarmos com o mesmo.
    Infelizmente concordar consigo não me arranja um médico de família e pela reacção da sra que me atendeu andarei muito tempo a ter de ser consultada por diferentes médicos… de forma que essa sua teoria do ter uma consulta para estabelecer relação entre médico e utente parece muito bonita, mas também não funciona.

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  13. Anonimo says:

    Bem,

    Relativamente ao cartão do cidadão e aos centros de saúde está a acontecer algo muito curioso.

    Por exemplo, chegas a uma clínica de diagnóstico qualquer e eles pedem-te o cartão de saúde para verem que tipo de subsistema tens ou se estás isenta de pagamento de taxas, o que conseguiam ver directamente no cartão. Se já só tiveres o cartão do cidadão, essa informação não é visível pelo que tens de ir ao Centro de Saúde pedir uma declaração em papel para acompanhar o cartão do cidadão sempre que vais a uma clínica de diagnóstico. Esse papel tem uma validade de alguns meses pelo que ao fim desses meses tens que ir pedir um novo papel.

    Cartão do cidadão sucks.

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  14. helena magalhaes says:

    a morada indicada no acto do pedido do cartao cidadao numa eventual alteraçao de morada nao faz perder o centro saude ao qual estamos habituados…isso implica a nossa saude ,o nosso processo clinico e familiar a mudar de maos medicas,a menos que nos interesse essa mudança por razoes geograficas…a morada oferecida no acto do pedido serve apenas para efeitos de correspondencia entre o utente e o sistema nacional de saude…mudei para uma freguesia limitrofe e mantenho o meu medico de familia,mas uma carta para o meu filho avisando da data da consulta de saude oral,ja me chegou as maos atraves e na minha nova morada.

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  15. ivo ribeiroo says:

    ola gostaria de saber se posso tirar o cartao de cidadao sem ter cartao de contribuinte

    obrigada

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  16. ivo ribeiroo says:

    ah bom mas paula euu nao tenho contribuinte , nao tem mal ? posso tirar na mesma ? b.i perdi e agora ? que faço ?

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  17. Ivo, não faz mal. se perdeste bi ou não tens contribuinte explicas isso e eles têm de tirar na mesma. Um cidadão não pode ficar sem identificação. antes quando perdias o BI tiravas outro.
    Leva os cartões que tens, os que não tiveres, eles hão-de dar uma solução. Apesar de teres perdido o bi, eles têm informação sobre os cidadãos.

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  18. ivo ribeiroo says:

    eu perdi o b.i prai a 1 semana que eu andava a procurar dele em casa onde ele estava e nao encontrei agora que daqui 2 semanas o meu clube precisa do b.i para me escrever e eu nao o tenho , vou tirar o cartao de cidadao e como nao sabia os papeis que tinha que levar vim aqui pedir informaçoes , se nao estou ser chato queria outra informaçao

    quanto custa ?

    e tenho que levar fotografia minha ou tiram la ?

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  19. ivo ribeiroo says:

    eu precisava para daqui a 2 semanas por causa do futsal , vou pedir que me passem um papel ou que para eu jogaar

    obrigadaa ! e desculpe se foi chatoo ; )

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  20. Soraia says:

    Pois é amigos….
    Esta conversa do cartão de cidadão dá pano para mangas….

    No meu caso encontro-me “entalada” no sistema….
    Fui eu fazer o tal cartão em Junho porque tinha perdido o BI…passado 1 mês ainda não tinha chegado….telefonei para o serviço de apoio (diga-se que é um numero pago…) e disseram-me para voltar lá….
    Lá fui eu calmamente esperar mais uma tarde para ser informada que o número do processo existe mas não tem nada dentro….isto porque no dia que o fui fazer houve um problema com a rede….
    Até aqui tudo bem….até me dizerem que ainda tinha de esperar que me telefonassem para perder mais um dia a fazer o cartão como da 1ª vez porque ainda tinham de anular o processo existente….!!!
    Passado mais um mês pergunto-me até quando terei de esperar para o fazer….Uma vez que é um sistema informático não era suposto apenas inserirem novamente os dados no processo existente??

    um bom dia a todos!!!

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  21. gatovadio says:

    concordo, paula, apesar do último comentário ser de 2009.
    pagamos por um serviço e ainda o temos que fazer.
    mas temos que compreender que os funcionários dos serviços vivem tão confusos e controlados como nós.

    o sistema de escravatura em que o mundo vive serve unicamente para manter a população controlada.

    pagamos um carro e uma casa uma vida inteira, mesmo quando acabámos de os pagar (taxas, impostos, etc.).

    pagamos para existir (cartões e certidões obrigatórias) como cidadãos do mundo.

    pagamos para nascer, para morrer, para casar e para viajar (vistos, taxas, certidões, permissões) no planeta onde nascemos.

    tudo acompanhado de burocracias planeadas para manter o povo controlado, confuso e com medo.

    num mundo evoluído, qualquer ser do planeta terra seria tratado em qualquer centro de saúde sem cartões ou custos. os médicos não serviriam apenas para nos dizerem que estamos doentes e ajudarem a enriquecer a indústria farmacêutica.

    a energia livre foi descoberta por nikola tesla há muito tempo e simplesmente “esquecida e descreditada” porque não era lucrativo.

    o dinheiro é papel, é impresso de forma livre pelo banco federal americano e só existe porque existe dívida resultante de empréstimos contraídos e acrescidos de juros que não têm contrapartida em dinheiro físico.
    manter a população em dívida é manter a população controlada.

    num mundo espirutualmente evoluído, não precisariamos de indentificação nem haveria fronteiras. todos seríamos professores e alunos, dadores e receptores.

    na verdade, vivemos num sistema de auto-escravatura, tão bem planeado ao longo dos séculos, em que a maior parte das pessoas, de facto, defende o sistema e diz “claro que tem que ser assim, senão era uma anarquia”, sem compreenderem que anarquia não seria possível num mundo espirtiualmente evoluído, que vivesse em cooperação e não em competição.

    o cartão do cidadão é a preparação para chips electrónicos no próprio indivíduo (já testado em alguns países).
    a preparação para um governo mundial único (nada de conspiratório ou maligno, apenas um modo mais fácil de controlar a população).

    a evolução tecnológica não é nada sem evolução espiritual.
    continuamos na era primitiva e vivemos sem sentido.
    mas não é culpa nossa. nascemos escravos.

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  22. Clem says:

    Caros amigos;
    Tenho pensado em substituir meus documentos pelo cartão do cidadão, mas vejam só, sou casado a 12 anos e no centro de saúde e na segurança social (aonde já fomos 500 vezes explicar isso), minha esposa ainda tem o nome de solteira e os seus documentos estão com o sobrenome de casada (como é lógico), então quando ela quer ser atendida em qualquer hospital ou snsaúde o nome e numero de utente dela simplesmente não existem???!!! É incrivel!!! Ela sempre tem de dizer para colocarem o nome de solteira e sempre acontecem “bugs” quando ela precisa de uma simples receita. Sem falar nas finanças e outros lugares aonde por exemplo a casa aonde moramos ainda estar registada em nome do pai dela (que já não está cá desde 1999)….resumindo meus amigos: querer estar atualizado perante qualquer órgão público português significa você ter de andar com os registos antigos e os novos ao mesmo tempo, com certidões e certificados a tira cólo, pois senão corre o risco de não obter ou obter mal toda e qualquer informação que precise. É uma vergonha.

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  23. Clem says:

    Então pergunto: cartão do cidadão para quê??? É mais um documento que tenho de levar comigo, pois os próprios emissores “sugerem” que fiquemos com os antigos (mesmo que inválidos) ou que guardemos no mínimo cópias, pois para qualquer alteração no CC muitas vezes temos que recorrer ao serviço e aos registos deste orgão, que não são actualizados a décadas (alguém duvida??), quer dizer, é uma “inovação” que deveria ser prática, mas que no fundo é pouco eficaz, uma vez que todos os órgão envolvidos continuam na “idade da pedra”. Só um exemplo: fiquei desempregado infelismente após 10 anos a trabalhar numa empresa, cumpri todas as formalidades exigidas na s social para receber o subsídio de desemprego…passou um mês, dois, três, voltei a segurança social da minha cidade para me informar do que se passava? Diziam que estava tudo bem…que tem de esperar….passou mais um mês, dois, três…e nada??, sendo que todos os meses procurava uma informação…..resultado: fui a central da seg. social do meu distrito e fiquei sabendo não me atribuiam o subsidio pois eu “constava” como trabalhador independente, coisa que não sou e já dei baixa a mais de 10 anos, quando comecei a trabalhar numa empresa….é mole??? Detalhe é que estavam a espera da confirmação do facto pelas finanças estes meses todos???? Tive de pedir uma certidão das finanças dizendo que não tinha atividade aberta e que cessei a mesma e levei a central da s.social de novo e no mês seguinte o assunto se resolveu…isso existe??? Eu dou razão a quem não acredita, eu também não acreditava se não tivesse passado por isso…..8-S…x-P….

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  24. Clem says:

    Então, se os próprios órgãos que fazem a gestão de sua informação não estão preparados para “gerirem” a mesma, tudo pode acontecer!!! Pois, finanças, s.social e snsaúde, não possuem os mesmos sistemas, não se comunicam e não existe uma plataforma comum de gestão e partilha de informações (bom…pode ser até que exista, mas sem dúvidas não funciona como devia ser)…e normalmente é isso **mesmo** que acontece quando a gente precisa de uma informação de um órgão para outro órgão…«« nada!! »». Se você não ‘correr’ atrás..espera sentado.

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  25. Maria José says:

    O melhor a fazer é devolver o cartão do cidadão e a cidadania junto com ele e emigrar para um país que seja governado por gente menos estúpida que os burocratas que dominam essa nação.

    O país está em crise e de admirar seria se nao estivesse. Um país se constrói com trabalho e não com papéis. E ainda por cima neste reino realmente absolutista estes papéis só servem para atar as pessoas e impedir que desenvolvam atividades úteis para todos.

    Emigrar é a solução. Ou emigras ou ficas na miséria.

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  26. LauraB says:

    Olá, gostaria de colocar mais uma questão sobre o Cartão do Cidadão e que não vejo levantada. Não estão preocupados com a colocação de tantos números diferentes em um só cartão (contribuinte, saúde, segurança social, etc.)?

    Quando vou fechar um contrato qualquer, copiam-me o cartão (eletricidade, água, crédito, até no colégio do meu filho é obrigatório entregar uma cópia do meu CC). Tratam-se de empresas e instituições privadas que podem fazer o que entendem com esses dados. Isto não preocupa ninguém?

    Já recebi em casa um telefonema bastante estranho de uma seguradora que estava muito bem informada da minha “condição” de saúde e me cria vender um seguro. Quando insisti e insisti querendo saber como chegaram a esses dados, desligaram.

    Sabem que na Europa não existe um único país que apresente um Cartão semelhante ao nosso?

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