Daily Archives: September 8th, 2008

Content is my first nonfiction collection, collecting over a dozen essays, speeches, and white-papers on subjects ranging from copyright to science fiction writing to DRM, Wikipedia to Facebook and Metadata. It sports an introduction by one of my all-time heroes: John Perry Barlow. It was published in September, 2008 by Tachyon Books. - Cory Doctorow

Go there. Read it. Buy it. Support a Library.

Au programme :
IRFANASHRAM
LES FRAGMENTS DE LA NUITLUIGI RUBINO (Ashram)
ANTRABATASHIRA°ZEDCRISTA GALLIELECTROPLUME

+ Animations, art de rue, costume conseillé, marché féerique, massage,
cinéma, hypocras, bonne humeur, ailes de fées, oreilles d’elfes, jeux…

Ultimamente os meus livros têm sofrido um bocadinho de stress: no sábado, desorientei quatro prateleiras porque li um artigo na Ler sobre a reedição, pela Assírio & Alvim, do “Mão Direita do Diabo”, um policial do Dennis McShade, que tenho na colecção 9mm, do Público, ainda por ler. Mas, obviamente, quem lê Dinis Machado logo se lembra do Austin e do Mister DeLuxe, pelo me demorei até encontrar “O que diz Molero“. Fui dar com ele debaixo de um Chandler e em cima do “O Pobre Tolo”, do Teixeira de Pascoaes.

Aproveitando o rebuliço, resolvi que não passaria de ontem confirmar se teria perdido um marcador de livros (colecção que também se reproduz, sem que eu possa ter mão nela) a que deixei de pôr a vista em cima de há uns tempos para cá. É um marcador especial, não apenas pelo marcador em si, mas porque foi comprado em Berlim com o Marcos e tem par. Quer isto dizer que o Marcos tem um marcador exactamente igual, mas com o sinal vermelho. E quem nos vê aos dois, no Inverno, ele de kispo verde e eu de vermelho, não pode deixar de sorrir ante a comparação :-)

Lembrava-me que esteve durante bastante tempo no “O Amor Louco“, mas que o retirei por algum motivo. Pensei ainda que pudesse estar no “Eats, Shoots and Leaves“, que veio comigo de uma livraria fantástica em Tallin, Estónia, mas já o acabei pelo que não tinha muito sentido. Numa das torres de livros que me crescem no chão do quarto, deparei-me com o “To the Lighthouse“, uma hipótese viável (um marcador daqueles não serve para qualquer livro, está bem de ver), mas também não o encontrei aí. Reparei ainda que na mesma torre se encontrava o “As Rosas de Atacama“, que achei estranho estar fora da estante, mas também o marcador aí não estava.

Foi só depois de ter pegado num livro fininho A4, “O Primeiro de Maio” de Eça de Queiroz com ilustrações de Abel Manta, que descobri debaixo o primeiro volume das Histórias de Heródoto e, lá dentro, o mafarrico:

Marcador de Livro Ampelmännchen

Marcador de Livro Ampelmännchen