É já amanhã, no Museu da Chapelaria em S. João da Madeira, o 1º Encontro de Blogs de Museus. Google Maps e outras indicações aqui.
Com muita pena minha, não vou poder ir. Talvez numa próxima iniciativa.
É já amanhã, no Museu da Chapelaria em S. João da Madeira, o 1º Encontro de Blogs de Museus. Google Maps e outras indicações aqui.
Com muita pena minha, não vou poder ir. Talvez numa próxima iniciativa.
Recentemente, chegou-me a casa o meu cartão de estudante da Caixa Geral de Depósitos. Na carta que o acompanhava dizia que este cartão estava cheio de funcionalidades de tecnologia avançada, entre as quais, uma antena contactless.
Eu, que sou leiga nestas tecnologias, acabei por perceber que isto está relacionado com a chamada tecnologia RFID.
Devo dizer que considero que esta tecnologia tem um enorme potencial. Não só como forma de substituir chaves como para até pequenos pagamentos, como por exemplo em transportes ou fotocópias. Quem não se lembra do Porta-Moedas Multibanco? (que acabou por ser um falhanço)
Já não me agrada que este tipo de tecnologia esteja associada a um cartão que está associado à minha conta bancária, que embora magrinha é a única que tenho, ainda que esteja a falar de um cartão de débito e eu acredite que não haja perigo.
Posto isto, e porque o meu conhecimento sobre os problemas desta tecnologia é maior do que as garantias dadas, resolvi dirigir-me à Caixa Geral de Depósitos para perceber porque é que eles achavam que eu ía precisar desta tecnologia e que como é que esta tecnologia funcionava.
Nas duas agências a que me dirigi, nos telefonemas que fiz, quer para a agência central, quer para o contacto do Cartão Universidade Politécnico (CUP), ninguém parecia saber do assunto. Nem o que era, nem para que servia. Alguns funcionários até afirmaram desconhecer que tal tecnologia era possível. Depois de alguma insistência, responderam-me do CUP que a Universidade poderia utilizar esta tecnologia para, por exemplo, autorizar a entrada em estacionamentos ou edifícios.
Acabei por pedir que retirassem a associação da minha conta bancária ao cartão. Dei-me ainda ao trabalho de perguntar que dados estariam no cartão ao que me responderam que era a minha Faculdade a responsável por colocar lá informação.
Não tenho qualquer problema em ter os dados do meu percurso escolar no meu cartão de estudante e, neste momento, não tenho, que eu saiba, nenhum tipo de autorização especial para entrar em edifícios ou estacionamento, mas como em todo o tratamento de dados electrónicos parece-me apenas justo que o utilizador possa ter acesso a eles e decidir o que quer seja facilitado ou não.
Assim que tiver um tempo livre lá irei à Faculdade saciar a minha curiosidade. Esperemos que não tenha sido CGD a dar-lhes formação nesta área
Today the European Commission has imposed a substantial fine – to be precise € 899 million – on Microsoft for its non-compliance up until 22 October 2007 with its obligations under the Commission’s March 2004 Decision to provide interoperability information on reasonable terms.
Today’s decision finds that, prior to 22 October 2007 Microsoft charged unreasonable prices for access to indispensable interoperability information.
In plain English this is to say that Microsoft continued to abuse its powerful market position after the Commission’s March 2004 decision requiring it to change its practices. Microsoft continued to stifle innovation by charging other companies prohibitive royalty rates for the essential information they needed to offer software products to computer users around the world. Charging such an unreasonable price effectively rendered the offer of the information pointless.
Microsoft’s behavior did not just harm a few individuals or a handful of big companies … directly and indirectly this had negative effects on millions of offices in companies and governments around the world.
Neelie Kroes
European Commissioner for Competition Policy
The full text.
The FAQ
Depois de ter escrito um post a explicar porque não considero a notícia sobre o Clix, notícia, pelo menos não nos moldes em que foi feita, deparei-me agora com este post do blog Economia & Finanças onde são relatados vários episódios semelhantes ao que aconteceu com o operador Clix.
Como se vê, não tem sentido o Clix ter sido notícia, já que esta prática de baixar preços consoante a insatisfação do cliente parece ser prática corrente entre os vários fornecedores de serviços de telefone, Internet fixa e móvel e televisão.
Imagine all the people
Sharing all the world(…)You may say that I’m a dreamer
But I’m not the only one
I hope someday you’ll join us
And the world will be as oneJohn Lennon
Imagine millions of digitized resources of knowledge from Europe’s archives, museums, libraries, audiovisual collections shared in a single website.
Imagine you can search in that site by keyword and refine your search by time, subject, name, place or type of resource like video, sound, text or image. Imagine you can browse by where, when or who&what. Imagine you can tag things and shared them with communities. Imagine you can save your search.
Imagine this and more. Well, you can stop imagine this now: it is called Europeana – Connecting Cultural Heritage and will launch in November 2008.
For now you can see a prototype here. Can’t wait for the real thing!
From the press release:
The purpose of the video is to encourage European institutions to make their digital content available to Europeana. As Martine de Boisdeffre, Présidente of the European Regional Branch of International Council on Archives said, ‘Users expect to be able to connect the different types of cultural heritage material. To make this possible, organisations need to provide their metadata to Europeana. So many excellent digital resources lie below the surface of the web at present, and aren’t easily located by search engines. Europeana will make this material accessible as never before’.