Frank Lloyd Wright
I’m all in favor of keeping dangerous weapons out of the hands of fools. Let’s start with typewriters.Melencolia in the House

Não, o caro leitor não se assuste que não pretendo fazer um post por cada prenda de anos que receba, mas esta tem de ser. É daqueles livros que sempre que o via numa livraria pegava-lhe e já tinha mesmo ido ao website do livro (todos os livros deviam ter um website. Pronto, só os bons então
). Estava na lista – e com os limites (ultrapassados ou não) as minhas listas começaram a ser muito mais selectivas: só o melhor. E este parecia-me fazer parte desse melhor. Afinal, dele alguém disse “O melhor policial do ano – e é tudo verdade. Agatha Christie, rói-te de inveja.”
Estranhamente, nunca me tinha apercebido da citação deliciosa numa das primeiras páginas:
“Acaso estareis sentir um ardor desconfortável na boca do estômago, senhor? E um forte latejar no cocuruto da cabeça? Ah, ainda não? Acabará por apoderar-se de vós [...] Eu chamo-lhe a febre do detective“
The Moonstone (1868), Wilkie Collins, que já se encontra em domínio público.
Obrigada!

Hoje faço anos. Muitos
Para já é um dia de trabalho, mas não igual aos outros. O dia começou com música de Jacques Brel. O Marcos surpreendeu-me com o último disco vinyl de Brel, gravado em 1977, já com Brel muito debilitado.
Não tinha nada de Brel, mas costumava requisitar os CD na Fonoteca. Há pouco tempo, eu e o Marcos vimos alguns discos vinyl à venda na Fnac, parece-me. E eu disse-lhe que devia ser fabuloso ouvir Brel em vinyl. A primeira coisa que fiz foi verificar a editora: Universal.
Tirei logo o sentido dos discos. Não dou dinheiro a editoras que retiram os meus direitos. Ficaram lá. Comigo ficou a certeza de não poder ter um disco do Brel, mas ao mesmo tempo aquela sensação de fazer “the right thing”.
Assim, a surpresa foi ainda maior. O Marcos, depois de uma estafada procura, encontrou este vinyl, que saíu em 1983 pela editora Amiga, da antiga República Democrática Alemã.
Já tinha recebido um vinyl do Gershwin (que encontrou numa feira das velharias nos Jerónimos) e um rádio-gravador, com leitor de CD e Cassete, que começam a desaparecer. (sim, eu e o Marcos ainda compramos cassetes):


No último sábado, não resisti a levantar-me cedo para ir ao Avelar Machado buscar estes volumes, que já sabia que estavam lá pelo website daquele alfarrabista:
Pronto, agora o que precisava mesmo era de férias para aproveitar convenientemente todas estas coisas
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Sharing Appalachian culture and traditions with the world.

